Alguém Interessado Em Tudo e Em Nada


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Rio de janeiro 19 de Abril de 2009

 

 

Em teus braços e abraços

 

 

 

Eu não posso te prender

 

 

Nas correntes do meu amor apaixonado 

 

Aqui reside a minha iluminação: nesse desapego exercitado.

 

 

Apesar dessa eterna distância, nada desfaleceu o nosso amor

Ele cresce no silêncio dos suspiros, dos olhares

das ausências de sentido, dessa distância arraigada

 

Meu estado inebriado é quem diz... Cada encontro contigo meus suspiros parecem querer rasgar o peito, nessa ansiedade suspeita, gigante, carente de um afeto, de um dia poder estar em teus braços novamente.

 

Eu não posso te amar desse jeito, apegado.

 

Aceitar que antes de tudo você tem que estar liberto, desperto diante da vida 

E você tem que alcançar esse território das suas descobertas inéditas...

 

E eu... Observar-te, quieta, passiva, atenta a tua felicidade.

 

Saber que estais em outros laços, e morrer com isso, de não te ter em meus abraços!

 

Morrer em te ver

e não te ter

 

 

A morte me cairia bem, se dissessem que um dia não serás meu...

“serei teu” diz a brisa de um oráculo distante, e por isso sigo sozinha cavalgando em meus pensamentos cheios de um desespero excitante com a vida nova que se apresenta.

 

Penso que um dia em palavras fui capaz de magoar-te, calar-te por não suportar a vida jorrar de teus lábios. Pois de palavras tortas e retorcidas nasceu esse amor ardente, que queima loucamente a cada instante, cresce a cada dia.

 

 

Sou escrava de mim mesma, demente de uma paixão ardente

Esse amor torna-se uma chave, liberta-te, porém, me faz sofrer.

 

Fico relembrando cada toque dos teus lábios em doces sussurros...

 

 

Doces beijos

Febris abraços

 

 

Perdida e louca entre os sussurros, e louco de ciúmes tu chegavas a dizer coisas insanas

 

Te ver assim era um entardecer solitário, o amor louco apegado no gozo do exercício do prazer abandonado na escuridão da noite de dois seres apaixonados

  

 

Sou daquelas criaturas que caladas delira na contemplação do amor afogado pela não revelação da causa que causa a ferida.  Mas quero sempre ver-te iluminado,vivo, indo a diante.

 

Lembro-me agora do passado

Loucamente gritavas em meus ouvidos que me querias mais e mais

Inebriado pela flecha do cupido

 

Dosamos o sexo sem nexo

O nada e o acaso

 

Tudo por mais alguns segundos de volúpia...

 

Eu não posso te amar assim: afogada!

 

 

Não contribuirei mais para essa loucura da felicidade,pois é assim que morro aprisionada em teus braços, em teus beijos me matando de prazer, uma grande emboscada.

 

Eu não posso te amar assim ...

 

 

Letícia Cordeiro e Cavaleiro Solitário

 

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 14h19
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Tarô Osho Zen (retirado de http://www.osho.com/ )

45.Viajando

A vida é uma continuidade, sempre e sempre. Não existe um destino final ao qual ela esteja se dirigindo. Apenas a peregrinação, apenas a viagem em si já é a vida, não o chegar a algum ponto, a alguma meta -- apenas dançar e estar em peregrinação, movendo-se alegremente sem se preocupar com nenhum ponto de chegada.
O que você fará depois que chegar a um destino? Ninguém nunca fez esta pergunta porque todo mundo está empenhado em ter alguma meta na vida. Porém, as implicações disso...
Se você atingir de fato o destino final da vida, o que vem depois? Você irá parecer muito desapontado! Não haverá lugar aonde ir... você já alcançou o ponto de destino... -- e ao longo da viagem deixou escapar tudo. Era preciso deixar passar! Então,nu e plantado no ponto de chegada, você ficará olhando em volta como um idiota: qual era mesmo o propósito disso tudo...? Você esteve se apressando tanto, preocupando-se tanto, e este é o resultado final.

Osho Rinzai: Master of the Irrational Chapter 7

 

Comentário:

A pequenina figura que se desloca pela trilha que corta esta bela paisagem, não está preocupada em chegar a qualquer destino. Ele, ou ela, sabe que a viagem é a própria meta, que a peregrinação em si é o santuário. Cada passo no caminho é importante por si mesmo.
Quando esta carta aparece numa leitura, indica um tempo de movimento e mudança. Pode ser um deslocamento físico de um lugar para o próximo, ou um movimento interior de uma maneira de ser para outra. Qualquer que seja o caso, porém, esta carta assegura que a mudança será fácil, e que trará um sentimento de aventura e de crescimento; não há nenhuma necessidade de se esforçar nem de planejar em demasia. Esta carta da "Viagem" também nos lembra de que devemos aceitar e acolher o novo, exatamente como acontece quando viajamos para um outro país, com uma cultura e um ambiente diferentes daqueles a que estamos acostumados. Esta atitude de abertura e de aceitação estimula o surgimento de novos amigos e de novas experiências na nossa vida.

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 07h29
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O distante ...

Amar o distante

brota na gente algo errante

 

o beijo é no vento

o carinho se faz numa sobra do ausente

será que o amado distante pensa no outro que lhe ama erroneamente ?  

o abraço penetra numa alma carente

 

ser carente do ausente é como uma corrente pesada que abraça a gente

encontra e desencontra seu fecho na necessidade de ter o outro

essa fechadura insólita de querer se trancar dentro do outro

e viver o que o outro diz querer, em  momentos guardados  que insistem em não sair da memória de um eu apaixonado

é tanta entrega para o outro que na gente se repete tudo

do  passado e do futuro do ausente

se erra no erro de sonhar que o outro é sempre muito presente

mas o outro mora  numa cama fria de tela iluminada do PC

numa brincadeira tão séria quanto sincera 

 

dormir sem amanhecer

gozar sem acontecer

querer sem poder 

 

amar o distante deixa a gente tão errante

que o futuro brilhante não se basta

e o contrato é com o gigante da incerteza

 

amar o errante é amar a mentira que se constrói nesse desejo de se ter um ao outro mesmo na ignorância ,

mesmo na farsa gritante, se quer o romance.

Se diz “eu te quero tanto, tanto, tanto que tudo chega a doer de tanto querer”

 

Querer o que é errante é querer imperativos imediatistas de conduta

‘Faça agora’

‘Goze agora’

‘Fale o que não presta agora’

E acordar depois de uma jornada excitante

e estar destruída desse sonho, que de tão bom, mata!  

Foi tanta entrega que agora dói se guardar

 

Tudo se costura na incerteza porque tesão é algo tão inexplicável

Como tudo aquilo que se ama por necessidades! 

É um elo que se constrói no mistério! 

E eu digo ‘eu te amo’ pois se diz tudo no que é errante

Foi o erro mais acertado desse romance.

Amar o distante e o errante... Gozo delirante.

  

Esse meu sentimento é tão bonito que por si só acalma qualquer grito que venha da dor de não se ter o ausente.

 

Rio de Janeiro  

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 18h43
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 O que é Despertar?

 

 

Estudo o Budismo há mais ou menos quatro anos! O que mais me chamou a atenção, logo no início quando comecei a me informar sobre os ensinamentos, foram frases como “eliminação do sofrimento”, “caminho do meio”, “ser desperto”, “encontrar a iluminação”. E até hoje me sinto como no primeiro dia de um aluno diante de uma nova matéria, diante de uma nova compreensão do mundo! Cheia de vontade de aprender o caminho para a felicidade, o caminho do amor e da paz! Tenho estudado diariamente os preceitos e mesmo com essa dedicação toda ainda vejo que não tenho uma consciência iluminada, plena, livre do sofrimento! Que falta muito para ser desperto! Que ainda sou vítima dos meus desejos, das minhas ânsias, das irritações características da minha personalidade, dos vícios de comportamento, de uma tendência excessiva para os prazeres e a diversão! Mas, com um porém, o sono já não é tão profundo e tão longo! Me sinto mais alerta com relação a essas características. E busco trazê-las a consciência!

Então, vamos lá... O que é despertar? ...

Ser desperto é ser uma pessoa que enxerga a natureza da vida e do cosmos! Devido a esse despertar a pessoa não é enganada pela ilusão, pelo medo, raiva ou desejo, que surgem embaçando a visão correta. O desperto sabe quando deseja, e observa isso. O desperto sabe quando sente raiva, e observa isso. O desperto sabe quando sente ciúmes, e observa isso. E por isso torna-se livre da ilusão que causa esses sentimentos, por isso se diz que é longe da ignorância que se encontra a iluminação. Encontra-se a paz e a alegria em uma mente alerta porque ela tem a consciência das causas do sofrimento.

O Buda significa o Desperto. O Buda nos aponta nesta vida o caminho para que possamos superar a ilusão e nos tornarmos também despertos. Cada um de nós nasce dotado da Natureza de Buda. Todos nós podemos nos tornar Budas. Transcender toda a ignorância é despertar, é ser um Buda. Para isso é preciso praticar o caminho do despertar. Esse caminho não é um entendimento intelectual dos preceitos nem uma atitude racional diante dos ensinamentos. Você tem que estar envolvido com o coração. Na prática dos preceitos e da meditação surgirá a compreensão, surgirá uma mente alerta que saberá se defender das armadilhas do sofrimento.  O ser desperto surge da experiência, da prática no caminho, da observação de si mesmo. Este caminho leva a liberdade, a paz e a alegria. Mas por quê? Porque você estará alerta, você compreenderá o que se passa com seus sentimentos e com a sua mente na hora que esses fenômenos mentais se manifestarem. A Compreensão e o Amor também surgem dessa prática e são os dois maiores frutos do caminho do Despertar.

Se praticarmos o caminho do despertar, nossa Natureza de Buda irá brilhar intensamente a cada dia, até que um dia atingiremos a total libertação, atingiremos a iluminação. Cada um de nós deve encontrar o Buda dentro do seu próprio coração. Se ele for encontrado será uma jóia preciosa!

Não é fácil persistir no caminho porque exige disciplina, exige fé, exige dedicação.

A imagem de trilhar um caminho é um símbolo bastante conveniente para o desenvolvimento do trabalho espiritual. Porque se trata de trilhar os caminhos da mente, achar o nosso rumo, alcançar os objetivos almejados. Ter um ponto de partida e um ponto de chegada.

Podemos dizer que temos dois caminhos na vida, o caminho material e o caminho espiritual. No material estamos preocupados com nossa sobrevivência, em defender nossa família, em manter nossos filhos e alimentar nosso corpo. E no espiritual estamos preocupados com a saúde de nossas mentes, com o alimento de nossa alma, com o crescimento do nosso ser. O mundo espiritual tem que estar equilibrado com o material, isso é um preceito universal para os espiritualistas.

E para se tornar um espiritualista é preciso despertar!

Eu fico especialmente feliz quando posso compartilhar esses ensinamentos com alguém!

 Manaus  

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 20h19
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A importância da boa companhia

Certa vez, Ananda se aproxima do Buddha e diz que a amizade é a metade do caminho espiritual. Ananda era um dos principais discípulos do Buddha e era seu atendente pessoal, alguém que constantemente estava perto dele. O Buddha ao ouvir o que Ananda acabara de dizer, repreende-o. "Não, Ananda! Não diga isso de modo algum!" E complementa: "A amizade é todo o caminho!"

Ter bons amigos e companheiros que encorajam e aconselham é, então, essencial. Devemos fazer todos os esforços para encontrar tais amigos e, uma vez encontrados, mantê-los.

Quando o Buddha diz “a amizade é todo o caminho!” nos dá a dimensão exata do que é cultivar bons companheiros. Não é mesmo?

Depois de ler esta pequena história pensei numa outra frase “me digas com quem tu andas que eu direi quem tu és”. Eu sempre impliquei muito com essa frase que meu pai cansou de repeti-la para me convencer a não andar com gente que não prestava. Eu achava, na minha adolescência, que era um julgamento tolo que ele fazia sobre as pessoas que eu escolhia como amigo. Dentro dessa frase ele exprimia preconceito, intolerância e um julgamento superficial.

Mas o tempo de rebeldia passou e eu mudei e vi que dentro dela também contém uma sabedoria, porque, se eu, por exemplo, ando com um sábio (dentro do que estamos falando “amizades no caminho”) intrinsecamente serei um sábio, ou, aprenderei com ele e serei influenciado por seus conselhos, não é mesmo?

Então vamos lá...Se as pessoas que estão juntas a nós dizem muito sobre nós, o perigo está exatamente aí, nessa lógica. Então, se ando com bandidos automaticamente serei bandido? E sofrerei as más influências dessa companhia? Sim, penso que sim.

Vejamos o poder da persuasão num exemplo. Quem foi casado ou é casado sabe que o casal meio que se mistura. Um acaba influenciando na personalidade do outro. Ou mesmo, numa amizade muito  intensa acaba-se por absorver as idéias e a interpretação de mundo do amigo ou companheiro. Sem termos muita consciência disso, pois acaba sempre sendo uma relação de simbiose.

Recentemente alguém me contou que ficara casado por dez anos e há pouco tempo tinha separado da antiga companheira. E nessa nova fase, de ficar sozinho, percebeu que muitas das idéias e pensamentos que ele achava que eram dele, eram na verdade de sua ex-companheira. E quando tomou essa nova consciência surpreendeu-se ao perceber que ele mesmo não tinha um julgamento tão duro com relação a muitas coisas. E que estava mergulhado numa relação de dominação por muitos anos. Por isso mais uma vez voltemos à frase de Buddha “a amizade é todo o caminho”. Escolher bem com quem nos relacionar é fundamental.

Nesse mesmo contexto existe um o outro ponto de vista. Se formos inteligentes o suficientes poderemos extrair da má companhia(digamos então, experiências negativas) um aprendizado porque ‘cada pessoa acrescentará na nossa história de vida situações importantes de aprendizado’. 

A pergunta é : estamos conscientes o suficientes para não sermos influenciados de forma negativa por pessoas que passam por nós ? Isso pode parecer irrelevante, mas isso de “aprendermos com cada pessoa que passa em nossas vidas” não dependerá do nosso estado pessoal de estarmos alertas e conscientes para isso ? E não ser  influenciado pelo outro de forma destrutiva?  Estamos aprendendo com o outro ou simplesmente sendo influenciados pelo outro?         

Seguindo esse mesmo raciocínio existe outra frase interessante que completa esse ponto de vista, ela diz o seguinte “o outro mesmo na sua mediocridade nos ensina a não sermos medíocres”. Mas espera aí... Pergunto-me mais uma vez : em que medida se pode aprender com a mediocridade do outro ou ser influenciado por ela?

Uma amiga trabalhou num órgão público durante alguns anos. Antes de ir pra lá ela estudou teatro, leu muita literatura e vivia no meio artístico entre pessoas cultas e sensíveis. Um belo dia, eu a encontrei na rua e perguntei como andava a vida. Ela me respondeu: eu emburreci! Perguntei : mas  porquê?  Ela me respondeu: é simples, estou andando com gente burra!   

Gostaria de terminar esse texto com a  frase de W. Clement Stone “Cuidado com o ambiente que você escolhe, pois ele moldará você; cuidado com os amigos que você escolhe; pois você ficará como eles”.

Viver é muito perigoso, não ?

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 11h21
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na sala de aula do budismo

 

 

 

Nessas últimas semanas tenho observado que a base do crescimento espiritual e do autoconhecimento está no mergulho que fazemos em nós mesmos, e isso, só é possível, através da introspecção, da auto-observação e da meditação. Seguimos, sem ao menos questionar, por força da educação, tudo o que nos foi ensinado dentro de um sistema autoritário, inquestionável, competitivo e mecânico. Repetimos nossos pais, professores, pessoas que admiramos ou julgamos de grande valor.

É difícil, olhar para dentro, porque passamos a maior parte de nossas vidas preocupados com o mundo externo, no efeito que temos sobre o mundo (nosso narcisismo e egoísmo), e o efeito do mundo ‘sob’ nós (ou seja, o mundo que se torne adequado as nossas vontades e interpretações). Por isso muitas vezes bate a sensação e o  sentimento de inadequação, desarmonia , de se está perdido, sem rumo, descompensado, por desperdiçar tanta energia em lutas fantasmagóricas com coisas criadas por nossas mentes confusas e quase sempre desesperadas por auto-satisfação.

A  maior parte do tempo de nossas vidas passamos alimentando nossas vaidades, produzindo um fluxo infinito de angustia. Há angustia em toda parte quando estamos sendo controlados por nossa mente que deseja o tempo todo. Acredito que a angustia nasça de nossos medos mais profundos, e o próprio medo de achar que não desejar é morrer. Quando um medo é muito profundo ele amadurece e vira angustia. A angustia é um desejo morto.      

Nos esforçarmos para atingir nossas metas profissionais, ou sonhos, e nos iludirmos com um  grande objetivo, talvez,  de ter uma vida mais confortável, sem a consciência necessária de saber o verdadeiro porquê  que estamos em determinado caminho, lugar, relações e projetos. Isso tudo numa hora de reflexão profunda passa a ser revisitado com outros olhos. Um olhar mais atento para dentro desmorona muitos conceitos até cristalizados que temos sobre nós mesmos e o mundo. Um desejo morto parece que cristaliza o mundo em tristeza.

Nunca estamos preparados para mergulhar em si mesmo, em algum momento quando isso acontece, pode ser por uma grande necessidade, uma necessidade quase acidental, ou intuitiva de querer curar ou nos livrar de nossas mazelas. Como se chegássemos num estado de profunda miséria e sofrimento que só nos resta, como última atitude, sair correndo de nossos conceitos mortos e asfixiantes.

A crise chega quando já se foi em toda parte do mundo, mas faltou ir dentro de si mesmo. Faltou perguntar o que nos levou a esse niilismo desenfreado, a esse ceticismo descontrolado, a essa falta de amor ao próximo, a essa falta de fé em si mesmo e no homem. E  porque nos acostumamos a sofrer como único jeito viável de existir.      

Penso que  "freqüentemente buscamos por coisas que tem características que elas mesmas nos fazem sofrer” tornou-se um vício, uma tenda de prazeres sensoriais que nos é muito caro sair para ver a luz. Afinal, a recompensa de trabalharmos tanto e sermos escravos do dinheiro é o prazer e o conforto que essa escravidão nos trás, mesmo que isso nos deixe nas trevas,numa escuridão de existir. Num beco sempre sem saída para nossa alma sedenta de transcendência e luz. 

As leis da super independência do Kalama Sutta (informem-se destas leis) me fez pensar em um super-homem iluminado, num sujeito que usa o conteúdo da sabedoria, mas nem a ela está sujeito, porque é preciso ir além dos ensinamentos, é preciso chegar num nível de consciência muito profundo, em uma dissolução completa dos valores do saber.

E a consciência, talvez seja, uma luz sábia que grita e brilha dentro de nós, de todos nós, mas poucos têm a chance de despertá-la.  

Ao mesmo tempo em que temos que ter um super- homem independente dentro de nós, isso não pode torna-se vicioso, corrompendo nossa glória de sermos poderosos. É como se tivéssemos que mensurar entre o remédio e o veneno, pois o orgulho pode torna-se o veneno, e um instrumento de defesa para nos proteger dos outros, do novo. Ou seja, tornar-se grandioso não é deixar de ser um eterno aprendiz, um homem sempre pronto para aprender e se desenvolver com o próximo e com as circunstâncias externas.   

Nessa frase da sala de aula “Fé aqui significa que iremos tentar fazer o melhor possível”. Mais uma vez trás a responsabilidade ao homem e não a algo fora dele. Entendo que é na falta de fé que muitas vezes ficamos apegados mais as nossas derrotas do que as nossas vitórias. Desistimos antes mesmo de tentar alcançar algo. Desistimos antes mesmo de ter Esperança, desistimos antes mesmo de Sonhar com um amanhã maravilhoso. Fracassamos no projeto pessoal de mudar nossos hábitos e comportamentos porque nem temos fé em nós mesmos.

É como se a “realidade” também contribuísse para essa derrota pessimista, como se ser pessimista fosse mais realista e racionalista. Isso me faz ver que estamos imersos num mundo muito mais material do que espiritual. Em que os acidentes nos levam a outros acidentes. E não temos controle nenhum sobre nossas vidas e nossas mentes. Os acontecimentos é que controlam nossas vidas.

Triste é não despertar para o milagre da vida.

Triste é não deixar essa vida ‘de dentro’ nunca nascer.

 

Quero poder acreditar que deixei lá trás uma mala cheia de verdades mortas.

 

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 19h42
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...O apego

O apego é a mola mestra de todo o sofrimento. A mente atenta, ou alerta, não se apega. Ela vê pensamento como sendo pensamento, sensação como sendo sensação, tendências mentais como sendo tendências mentais, felicidade como sendo felicidade, tristeza como sendo tristeza. Partes de um grande PROCESSO; fenômenos da Natureza, que quando ocorrem no ser humano, deram o complicado nome de "fenômenos psicofísicos", que são um conjunto de sensações, tendências mentais cármicas, volição, e muitos outros fatores. "Mente" é um conjunto de uma série de estados diferentes que, por funcionarem interligados e numa extrema velocidade, geram um padrão repetitivo que dá-nos a idéia enganosa de sermos um ego pensante, ilusoriamente auto-suficientes e independentes do meio que nos cerca. 

Aquele que conhece sua própria mente, sabe como não ser levado pelo apego. Não tendo nada a apegar fora de si, ou em si mesmo, desta pessoa podemos dizer que ela tem sua própria autonomia; nada gruda nela. Tudo passa por ela, menos sua vida, que agora está nas suas mãos. Nós, enquanto nos deixamos tiranizar pelos pensamentos de tristeza, de cobiça, de medo, ou mesmo de raiva, angústia e aversões, é que somos dominados por estas coisas e não temos realmente liberdade... 

Fonte: internet www.geocities.com.br

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 09h35
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Discípula do desbunde

 

 

Para uma amiga ... que como eu tende a sofrer por esses machos ....Que nem maduros são mais! 

"Deixa solto e confia"

(frase que o frentista usa para passar segurança para o dono do veículo)

 

Confie no seu afeto. Desapegue do que você sente.O que sentimos também nos aprisiona. Liberte você mesmo. O outro não entenderá seus processos, o outro seguirá um ritmo próprio, que com certeza, não será o seu.

Não estamos preparados para receber amor e dar amor sem antes escaniar nossos traumas, nossos desafetos, nossos bloqueios. Não espere do outro aquilo que você necessita doar. Temos que partir do princípio que as pessoas não analisam seus processos individuais, 99% da humanidade não conhece a si mesmo. Se nos conhecemos, achamos que todos se conhecem, mais isso não é verdade. Se não jogamos nos relacionamentos, achamos que as pessoas também não deveriam fazer isso. Mas isso não é verdade!

Se já estamos seguindo um caminho para a iluminação, achamos que os outros podem enxergar isso que estamos vislumbrando. Mas isso não é verdade! Temos que respeitar a alienação, os processos individuais e a obscuridade dos outros. Se não estamos confusos isso não quer dizer que o outro não esteja. É por isso que freqüentamos o consultório analítico, porque somos seres complexos e confusos. E quando é maior nossa confusão, nossa falta de entendimento de nossos desejos e ansiedades mais temos que ir a análise.

O analista nos ajudará a entender nossos processos. Ele não sente o que sentimos, ele apenas analisa o que sentimos. E fácil aconselhar quando não estamos mergulhados no que sentimos. O analista é o observador que deveríamos ser todas as horas de nós mesmos! Por isso repito o mantra dos mestres. Sejamos alertas! Sejamos alertas!

Não vamos culpar os outros por não nos amarem e não nos querem em sua cama! Vejamos: um eclipse sentimental é raro! Quando duas pessoas se encontram e vivem intensamente o prazer de estarem juntas e retiram dessa experiência um êxtase sobre-humano, talvez, uma delas se apegará a isso e depois que o eclipse passar sofrerá, se sentido rejeitada, abandonada, com raiva do outro. Por que não aceitarmos que também fazemos parte da natureza e que cada um seguirá sua órbita? Por que não aceitamos as leis individuais e seguimos tranqüilamente nossa estrada? Não se apegando nem ao que sentimos. Por que sempre achamos que o outro é nosso? Porque talvez queiramos repetir o eclipse.

 “A gente se gosta a gente se repete”. Pronto! Já estamos apegados ao que sentimos, ao prazer que o outro nos proporciona com sua companhia. Falo isso para você e para mim. Desapeguemos do que sentimos! Isso nos libertará! Deixar solto e confiar, mas confiar na nossa fonte de amor, de prazer, de sabedoria, de paz, de luz. Se tivermos isso, isso libertará aquelas poucas pessoas que estão na nossa órbita.Vamos olhar os planetas. O sol está no centro com todos os planetas em volta de sua órbita porque é dele que sai a luz, o calor, a energia, a vida. Ele é o alimento do sistema, de nosso pequeno sistema solar. Sejamos esse sol para os nossos relacionamentos.

É simples, é uma lei universal, não uma lei criada por nossa mente contaminada pela cultura, pelos costumes, pelos valores de nossa vida local. E por nossas carências sentimentais. Hoje é sexta- feira 26 de Setembro de 2008 .

Temos que gritar para o rapaz que controla o som: LIBERTA DJ !

E dançarmos...  Se o sexo com nosso parceiro foi interrompido, a música deve tocar a noite inteira! Precisamos nos tornar, nessa hora, discípulos do desbunde e não de nosso ego!

Gritemos mais alto mais uma vez : LIBERTA DJ! E vamos desbundar por ai !  

   

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 07h40
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Rio 07 de setembro de 2008

 

Carta para ti amor! (porque esse silêncio tem me feito mal)

 

O Amor está ocultado...

 

Essas horas em que te vejo

Ocultando o nosso amor

Horas passam

Disfarces calam

Contribuindo para essa vulgar omissão

 

O meu medo é que o tempo mate o que oculto desejo alimenta!

Somos vítimas da passagem das oportunidades, e se adiamos, os anjos do céu nos castigam com a falta de ânimo!Os anjos querem cumprido o destino do cupido!  

 

Você, desejada criatura, é a causa da minha ânsia

das minhas últimas insônias

fazendo-me repensar, que, de novo, posso preencher a minha cama!

 

Saiba que monstros nascem da falta de amor.

Assim como bruxas depois de amadas, se feias, passam a ser linda-flor!

 

Me diz se na tua memória futura estarei abraçada nua na tua confissão!

Me diz depois que acabar o tempo desse teu silêncio.

Se fui ou não a palhaça da revelação.  

 

Sinceramente desejo a morte de todos os amantes que jogam o jogo sujo

da atração versus dominação.Eles criam o estranho mundo das várias opiniões, das múltiplas competições entre si, e jamais se entregam abertos e indefesos para a paixão.    

 

Se um dia você resolver revelar e vier propor que amar é aprisionar, de que faz parte dominar porque somos dois animais que se comem feitos demônios, sem a alma para respirar, tentarei te isolar de minha essência. Estou inteira agora, sincera, sedenta, te escrevendo e bebendo no copo de minhas substâncias mágicas.   

 

Eu te prometo dizer que se um dia a minha fonte de amor se esvaziar  

A culpa, tenho quase certeza, não será minha, será essa tua sempre falta do que falar... quando exponho esse infinito que não te escondo, mesmo te parecendo ridículo.Isso é só o que eu tenho para te propor neste momento em que me detenho nessa nossa historia de amor.  

 

E tenho certeza que sentirás saudades de alguém que como eu te mostra que mergulhar no infinito não é perigoso, é fabulosa a proposta. Doloroso será querer resgatar algo que no tempo se perderá por causa das leis do espaço que é preciso considerar.

E presta agora bastante atenção:

o tempo passa!  

O tempo leva qualquer exaltação

Me diga se vale a pena sempre calar diante dessa minha ousada confissão!  

 

Conheço esse meu estado que pra ti é como uma humilhação

Sou poeta amor...

o tempo matará o que não alimenta minha alma sedenta!

 

 

Rio de Janeiro entre 7 e 9 de setembro de 2008

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 17h33
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poesia e breguice, meu novo passa tempo

 

Poema de uma vontade

 

(Parte I)

Ao primeiro olhar,

Apenas boa impressão.

Pessoas chegando...

Nenhuma ilusão.

Apenas pessoas...

Afundadas em suas obrigações.

Nenhum tempo pra pensar,

Nenhum tempo pra agir,

Apenas a boa impressão.

 

Num segundo momento,

Simpatia, carisma, energia...

E pouco tempo!

Pouco tempo pra conversas,

Pouco tempo pra emoções,

Pouco tempo pra diversões.

Ou será que foi tão agradável

Que o tempo simplesmente parou?

Ou será que foi tão agradável

Que o tempo simplesmente voou?

 

O tempo... Ah! O tempo!

O tempo faz milagres.

Faz o feliz ficar triste,

O triste ficar feliz...

O amor se intensificar,

Ou o louco se encontrar...

 

Um terceiro olhar...

Um desejo de querer saber mais,

De encontrar mais,

De falar e ouvir mais...

Energia, vibrações, empatia.

 

Será química?

Será essa química

A vontade?

Será essa vontade

A certeza?

Mas a certeza passa?

A vontade passa!

Mas tem voltado.

Tem constantemente

Me dominado!

O que fazer?

Não lembrar?

O fato é que

Não consigo esquecer

O pouco tempo que tive.

 

Ah! O tempo...

Tantas coisas pra falar

Tanto pra conhecer

Tanta vontade pra dominar.

E nem as palavras

Fazem isso tudo acabar.

E não consigo parar

De querer ou de pensar!

 

Poema de uma vontade

 

(Parte II)

Cada saudação uma vontade.

Cada toque uma curiosidade...

A vontade que tanto falo,

A vontade que dá e passa,

Parece que veio me pegar...

Parece que veio pra ficar!

 

                                         poema de Kátia Matos (que de brega não tem nada)

 

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 09h34
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Poemas Bregas

 

Poemas bregas são os melhores

eles dizem tudo o que o ser sente!

Não deixam que o sujeito e a mente entrem no que se sente

por isso dizem que o amor é brega,

pois o amor não dá trégua para os que mentem sobre o que sentem;

e mais ....é melhor ser brega e amar incondicionalmente do que passar a vida

numa frieza sofisticada, sem nunca dá e receber nada !

 

e sério amigas !

 

Escrevam bregamente vocês alcançarão as mentes!

Espantarão pessoas insensíveis e dementes!

E talvez ainda atraiam os que se identifiquem  na breguice e na maluquice 

o simples fato de se encontrar palavras e rimas exatas

que possam expressar coisas inexatas,

pois fazer versos infelizmente ficou brega.

 

beijos bregas

 

 Rio de Janeiro 9 de setembro de 2008



Escrito por Letícia Cordeiro às 08h56
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APRENDA A MEDITAR

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SEM DÚVIDA O MELHOR VÍDEO SOBRE MEDITAÇÃO

 

http://www.youtube.com/watch?v=UY6o3U5GVSs&feature=related

 

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Escrito por Letícia Cordeiro às 10h37
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MEDITAÇÃO

Este vídeo da NatGeo, dublado em português, apresenta cientistas analisando o comportamento e as transformações cerebrais de monges budistas durante o processo de meditação. Os estudos mostram como é possível que cada indivíduo altere fisicamente a atividade de seu próprio cérebro, focando a atenção em determinada área e aprender a controlá-la.

http://www.youtube.com/watch?v=hzPM8hAgmpA

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 09h07
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meditação

http://www.geocities.com/cienciasocultas_2000/medita.htm

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 08h57
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Desiderata

(o essencial)

Poema de Max Ehrmann

 

Ouça, enfim, a sabedoria do sábio:

“Siga placidamente em meio ao barulho e à pressa e lembre-se da paz que se encontra no silêncio. Tanto quanto possível, sem se humilhar, viva bem com todas as pessoas. Fale a sua verdade, clara e mansamente. E escute os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes; eles também têm uma história para contar.


Evite as pessoas escandalosas e agressivas; elas afligem o nosso espírito.
Se você se comparar com os outros, pode se tornar vaidoso ou amargo, pois sempre haverá pessoas superiores e inferiores a você.

Viva intensamente seus ideais e o que você já conseguiu realizar.

Mantenha-se interessado em sua carreira, por mais humilde que seja: ela é um verdadeiro tesouro na continua mudança dos tempos. Tenha cautela em seus negócios, pois o mundo é cheio de armadilhas. Mas não deixe que isso venha a cegá-lo para a presença da virtude; muitas pessoas lutam por grandes ideais, e em todos os lugares a vida é cheia de heroísmo.

 

Seja você mesmo. Sobretudo não finja afeição. Nem seja cínico quanto ao amor; pois, diante de toda a aridez e de todo o desencanto, ele é tão perene quanto a relva.

 

Aceite delicadamente o conselho dos anos, renunciando graciosamente às coisas da juventude. Cultive a força do espírito para proteger-se em caso de um inesperado infortúnio. Mas não se desgaste com temores imaginários. Muitos medos nascem da fadiga e da solidão.

 

Ao lado de uma disciplina saudável, seja gentil consigo mesmo.

Você é filho do universo, assim como as árvores e as estrelas; você tem direito de estar aqui. E, quer você entenda, quer não, o universo está se desenrolando como deveria. Portanto, fique em paz com Deus, seja qual for à forma como você o concebe. E, quaisquer que sejam seus trabalhos e aspirações, na confusão ruidosa da vida, mantenha a paz em sua alma. A despeito de todas as fraudes, enganações e sonhos perdidos, este ainda é um mundo belo. Seja alegre. Esforce-se para ser feliz”. 

 

Max Ehrmann

 

 



Escrito por Letícia Cordeiro às 11h44
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